Seja Bem Vindo!

Solidariedade ao Povo Haitiano! Resistência Povo Palestino!
Viva o Povo Líbio e sua luta contra o Imperialismo!

Carpe Diem!



Pesquisar este blog

Carregando...

terça-feira, 21 de junho de 2011

UPE realiza seu 43º Congresso.

Por Rudá Morais Gandin

No final de semana passado, de 18 a 19, na cidade de Londrina, estudantes do ensino superior de diversas faculdades e universidades do estado, participaram do 43º congresso da União Paranaense dos Estudantes, no qual elegeu a nova diretoria da UPE e aprovou resoluções sobre educação, movimento estudantil e conjuntura.

A União Paranaense dos Estudantes é a entidade máxima de representação dos estudantes de ensino superior do Estado do Paraná, e por ela, os estudantes conduziram as principais vitórias acerca da educação e da democracia no país nas ultimas décadas.

O congresso da UPE contou com centenas de participantes entre delegados, observadores e convidados e, no fim, os estudantes presente em Londrina elegerem a chapa UPE na rua,composta pelos seguintes movimentos: Transformar o sonho em realidade, Mutirão, Mudança, Kizomba, MUDE e amigos, elegendo Rafael Bogoni o novo presidente.

REFLEXÕES SOBRE O MOVIMENTO ESTUDANTIL

Diante de tudo isso, nota-se que o movimento estudantil ainda persiste de tal modo na sociedade atual, contribuindo, ora positivamente ou negativamente, para a retomada de politicas, na qual, garantam aos estudantes acesso ao ensino básico e ao ensino superior, como também qualidade nas dependências de ensino e, finalmente, desenvolvimento econômico e justiça social no Brasil. Todavia como isso se estabelece é que tornam o movimento interessante.

O movimento estudantil é inegavelmente disputa, seja de posições ou de espaço nas diretorias das entidades. Obviamente que tais disputas refletem aquilo que as entidades estudantis congregam em seus espaços e, também, como seu estatuto compreende tais disputas. Portanto, para quem participa ou não, fica claro que, tanto a UNE ou a UPE, é a correlação de forças daquilo que ela pode ser no momento, visto o numero grande de forças (movimentos que possuem opiniões) que compõe as entidades. No mais, o movimento estudantil é tão fundamental quanto qualquer outra organização social, composta por algum segmento na sociedade, a fim de pregar a transformação social, como também, no nosso caso, a qualidade educacional.

Contudo, o movimento estudantil hoje se encontra numa encruzilhada; será mesmo que as organizações estudantis, o movimento em geral, têm cumprindo com sua função primordial: defender os estudantes e a qualidade educacional, ainda que privada ou pública, até porque a UNE, por exemplo, por momentos na história ora se colocou a direita ora a esquerda, no que se refere aos posicionamentos políticos, portanto será que a bandeira por investimento na aérea da educação e a qualidade na formação dos estudantes tem sido alcançado? É evidente que sem as entidades estudantis pouco seria o avanço na aérea da educação, tampouco os estudantes teriam conquistado a meia-entrada ou constituído os centros populares de cultura ou até mesmo a ampliação da escola e das universidades. Mas a dificuldade é; como tornar o movimento forte e articulado com seus representados de modo que estes estivessem participando das decisões e organização das pautas das organizações estudantis, quando determinados grupos apenas zelam pelo seu auto-crescimento e não pela construção de uma entidade na qual estivesse ligado aos anseios do conjunto do movimento estudantil?

São varias as reflexões que estão surgindo acerca dos rumos do movimento estudantil, quando este se encontra em um momento por vezes esvaziado, por ora fundamental nas conquistas em defesa da qualidade educacional e dos direitos da juventude, assim sendo, o que fazer requer mais contribuições e o futuro apenas se fará, ainda, na disputa e participação dentro das entidades na qual foram construídas pelos estudantes, superando vontades individuais ou pautas partidárias.

0 comentários:

Postar um comentário