Por Rudá Morais Gandin
Há de ser assim - todo o tempo - quando a saudade bate, a vontade de tê-la novamente - estremece meu peito. Quem me dera pode controlar o que atravessa minha mente, quando me encho de recordações, ao passo que te encontro todos os dias em mim mesmo. Há de ser assim – todo tempo – quando a vejo, e ao mesmo tempo, não poder tê-la – estremece meu peito.
Posto o que eu sinto, quando não posso sentir. Tampouco demonstrar. Corroei-me o peito, na medida em que te tenho e não te tenho. Ao ponto, que te amo e não te amo. Às vezes, tornam-se amargo os dias, quando na verdade, - ao teu lado - amargos só os minutos de tua ausência.
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